Esperança Futura


"Todos os limites da terra se lembrarão, e se converterão ao SENHOR; e todas as famílias das nações adorarão perante a tua face. Porque o reino é do SENHOR, e ele domina entre as nações." (Salmos 22.27-28)

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Introdução ao Estudo da Igreja

Parte 1 – Conceito de Igreja. 

Eclesiologia é a disciplina da teologia que estuda a Igreja. 

A palavra traduzida por “Igreja” no Novo Testamento vem do grego “Ekklesia”, que é uma palavra formada por dois termos. O primeiro é “Ek”, que significa “para fora”. O segundo é “Klesia”, que significa “chamados”. Assim, a palavra Igreja, a princípio, significa “chamados para fora [do mundo]”.

Mas essa palavra possui dois sentidos no Novo Testamento. O primeiro desses dois sentidos está relacionado a um agrupamento de cristãos. Normalmente se diz que esta é a igreja visível. Vejamos o que diz Gálatas 1.1-2:

“Paulo, apóstolo, não da parte de homens, nem por intermédio de homem algum, mas por Jesus Cristo e Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos, e todos os irmãos meus companheiros, às igrejas da Galácia,”

O segundo desses dois sentidos está relacionado à totalidade das pessoas salvas por Jesus Cristo na cruz. Normalmente se diz que esta é a igreja invisível. Vejamos o que diz Efésios 5.25:

“Maridos, amai a vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela,”

Em ambos os casos, o termo “Igreja” não se refere a edifícios, e, sim, a pessoas.

terça-feira, 31 de julho de 2012

A Ira de Deus

“Vinde, filhos, escutai-me; eu vos ensinarei o temor do SENHOR.” (Salmo 34:11)

A ira de Deus é a manifestação da repulsa divina ante toda a iniqüidade produzida pelo homem (Rm 1.18). O homem foi criado com a Lei de Deus escrita em seu próprio coração (Gn 1.26). Contudo, não obedeceu a Deus, caindo em transgressão (Gn 3.6). E tal foi a transgressão do homem que não somente gerou condenação sobre si mesmo, mas sobre toda a Criação (Gn 3.17). Desde então toda a Criação aguarda com angústias e gemidos pela redenção do cativeiro da corrupção (Rm 8.21-22). Na verdade, por meio de um único pecado sobreveio condenação sobre toda a humanidade (Rm 5.18). E essa condenação é a morte, e não somente a morte física, mas a morte espiritual (Ef 2.1).

segunda-feira, 30 de julho de 2012

O Amor e a Beleza

Não é difícil recordar das várias associações propostas entre o amor e a beleza. Todos dizem, o amor é belo. Ou ainda, não há coisa mais bela que o amor. E de fato, essas associações estão todas corretas. Beleza e amor andam lado a lado. São paralelos que se encontram ao fim como se transversais fossem. Existem como partes complementares de uma única virtude completa. É como as diferentes partes da face de um mesmo rosto. Convivem juntos, com uma e a mesma finalidade, uma mesma pessoa. Ter um e não ter o outro é ter algo pela metade, é deter apenas parte do prazer. Somente a combinação de ambos proporciona o máximo do que se pode obter. Como o amar e ser amado, como a meiga lembrança de uma pessoa e saber que ela também se lembra. Deleitar-se na simples presença do outro, e saber que com isso o outro também se deleita, acariciar a face da pessoa amada e poder, por isso, vislumbrar um sorriso no rosto. Retirar a lágrima que cai lentamente do rosto da pessoa, dar-lhe um beijo e então resgatar-lhe toda a beleza dantes maculada pela tristeza. Com certeza, são muitas as associações entre amor e beleza. O amor e a beleza, ou a beleza e o amor. São todos eles atos puros, simples, triviais até, mas cuja sensação de neles haver amor e beleza existem continuamente.